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Teresa Kodama dá visibilidade à campanha Sinal Vermelho Contra a Violência Doméstica

2020-09-23T14:34:18-03:00 23 de setembro de 2020|

A procuradora aposentada, a artista plástica Teresa Kodama tem ajudado a dar visibilidade a duas importantes ações criadas por magistrados: a Campanha Sinal Vermelho Contra a Violência Doméstica, criada pela AMB (Associação dos Magistrados Brasileiros) e pelo CNJ (Conselho Nacional de Justiça), e o Projeto Eu Tenho Voz, do IPAM (Instituto Paulista de Magistrados).

As duas ações foram levadas por Teresa Kodama à imprensa. Neste mês, foram publicados textos sobre o tema no portal de notícias “Piauí Hoje”, no “Campo Grande Notícias”, na coluna “Circulando”, de Marilda Serrano, no “Diário da Região”, de São José dos Campos, e no blog de Paula Barrozo.

Recentemente, a associada da Apamagis também participou de uma live com a advogada Maria Lima sobre o tema “A importância da mulher na política e os reflexos da violência na pandemia”.

A campanha Sinal Vermelho Contra a Violência Doméstica, apoiada pela Apamagis, foi criada durante a pandemia para oferecer às mulheres uma nova alternativa para pedir socorro de forma segura e discreta.

As vítimas de violência podem ir a qualquer uma das farmácias credenciadas pela campanha e apresentar a um dos funcionários um “x” vermelho pintado na palma da mão. Ao notar o sinal, o atendente irá chamar imediatamente a polícia ou então pegar dados da vítima para serem encaminhados às autoridades.

Já o projeto Eu Tenho Voz, coordenado pela 2ª vice-presidente do IPAM, a juíza Hertha Helena Rollemberg Padilha de Oliveira, promove ações de prevenção e combate ao crime de abuso sexual, físico e psicológico contra crianças e adolescentes desde 2016. O foco são escolas de ensino fundamental e centros comunitários de regiões de vulnerabilidade social.

Além de possuir uma estrutura de acolhimento às vítimas, o IPAM realiza um trabalho de prevenção com a peça “Marcas da Infância”, da Cia NarrAr. Por causa da pandemia, a peça deixou de ser levada às escolas, mas o projeto continua, com a realização de treinamento de professores para o recebimento de denúncias.