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Juízas Mônica Tucunduva e Marcela Papa incentivam engajamento de farmácias de Assis na campanha Sinal Vermelho

2020-07-24T11:36:44-03:00 24 de julho de 2020|

O trabalho de divulgação da campanha Sinal Vermelho Contra a Violência Doméstica que as magistradas Mônica Tucunduva e Marcela Papa vêm fazendo em Assis e região foi tema de uma reportagem publicada na revista “Estilo Livre”, da cidade. As juízas, que estão incentivando a adesão de farmácias, também falaram sobre o tema em uma entrevista em vídeo, disponível no Instagram @revistaestilolivre.

Mônica Tucunduva é juíza da Vara de Família e Sucessões e diretora do Fórum da Comarca de Assis, e Marcela Papa, da Vara Cível na mesma cidade. A campanha Sinal Vermelho Contra a Violência Doméstica é uma iniciativa do CNJ (Conselho Nacional de Justiça) e da AMB (Associação dos Magistrados Brasileiros) e conta com o apoio da Apamagis.

Lançada como uma alternativa ao combate à violência doméstica em tempos de isolamento social, a campanha oferece à vítima a possibilidade de pedir socorro de forma silenciosa em farmácias, bastando apenas apresentar a um funcionário um “X” vermelho feito na palma da mão.

“O farmacêutico ou atendente, ao ver o sinal, ligará para o 190 para que a PM se desloque para o estabelecimento. Caso a Polícia não possa chegar rapidamente ou a vítima esperar, ele vai anotar discretamente os dados, que servirão de contato para a PM. Nenhum deles será testemunha no processo”, explicou Marcela Papa, na entrevista exibida no Instagram.

As juízas têm incentivado as farmácias da região a aderirem à ação para expandir essa rede de apoio. “Nossa grande preocupação são as farmácias de bairro que não tiveram acesso a essa campanha. De repente a vítima chega lá com esse sinal vermelho e o atendente não sabe o que fazer, porque não sabe o que significa isso”, disse Mônica Tucunduva. “É importante que as pessoas procurem saber se no seu bairro tem uma farmácia, se ela tem o cartaz e conhece a campanha. E se não souber, pode entrar em contato com a gente porque temos o material de forma digital”. O contato pode ser feito por meio do Instagram das magistradas, o @mm.justiça.

Na reportagem veiculada na versão impressa e no site da revista, a coordenadora do Movimento Permanente de Combate à Violência Doméstica do CNJ, Maria Cristiana Ziuova, reforçou a necessidade de engajamento: “É uma atitude relativamente simples que exige dois gestos apenas: para a vítima, fazer um ‘X’ nas mãos; para a farmácia, uma ligação”.

Clique aqui para ver a reportagem na íntegra.